terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Análise: Executivo federal mostra força e centralização com o evento

GLAUCO PERES DA SILVA
ESPECIAL PARA A FOLHA

O Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas pode ser observado por duas óticas: se, por um lado, o evento visa continuar o "diálogo direto e republicano entre governo federal e governos municipais", por outro, se constitui em mais uma oportunidade de fortalecimento do Poder Executivo.
Dilma promete pacote de bondades de R$ 66,8 bi para prefeitos
O Brasil é constituído por aproximadamente 5.600 cidades, cuja média populacional é de pouco mais de 34 mil pessoas. São cidades de pequeno porte, portanto. É dentro desta realidade que os prefeitos recém-empossados buscarão as pessoas que formarão seus quadros técnicos.
Esse cenário não é animador. É conhecida a dificuldade desses quadros de atender à burocracia para se estabelecer um convênio e aproveitar a transferência de recursos da União ou dos Estados. Isso justifica o encontro, ao evitar que esse tipo de dificuldade seja o gargalo para sucesso de políticas públicas.
A disposição do Executivo federal reforça a posição centralizadora e de força dentro do arranjo federativo.
Colocando-se como referência não só de iniciativa de programas, mas também técnica, o governo Dilma se move no sentido de se colocar como referência acima dos governos estaduais e das relações com os legisladores.
Cabe verificar como deputados, senadores e governadores reagirão.
O economista GLAUCO PERES DA SILVA é professor da USP, da Fecap e pesquisador do Cebrap

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Zé Henrique nomeia a esposa na Ação Social em Aquidauana


Foto divulgação
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Zé Henrique e Liliane Trindade
Disputada por várias lideranças que apoiaram o candidato Zé Henrique Trindade (PDT), a pasta da Gerência Municipal de Desenvolvimento Social e Economia Solidária foi ocupada pela esposa do prefeito, Sra. Liliane Trindade fato que surpreendeu os aliados e inclusive os vereadores.
Segundo o jornal O Pantaneiro, Liliane Paschoaleto Trindade esposa do prefeito de Aquidauana Zé Henrique já está nomeada na Gerência Municipal de Desenvolvimento Social e Economia Solidária.
Já a gerência municipal de Planejamento, Habitação e Urbanismo, deverá ser ocupada por Archibald Macintyre (MAC) que ocupou a Gerência de Obras e Serviços Urbanos na gestão do empresário Fauzi Suleiman (PMDB).
Em rápida conversa com a reportagem do site O Pantaneiro, Mac confirmou ter aceitado o cargo.
As nomeações e exonerações já efetivadas pela administração municipal devem ser publicadas no diário Oficial do Município de Aquidauana tendo em vista a necessidade de se dar transparências aos atos do executivo municipal.
Segundo informações todos os cargos comissionados da prefeitura de Aquidauana foram exonerados e até o momento o salário de dezembro dos servidores ainda não foi quitado.
O assunto foi alvo de discussão durante sessão solene na manhã de hoje na Câmara de Aquidauana que elegeu a mesa diretora do Poder legislativo para o biênio 2015/2016.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Prefeitos derrotados nas eleições deixam cidades ao abandono (Postado por Lucas Pinheiro)

SÃO PAULO, RECIFE E RIO - Às vésperas da troca de prefeitos, a população e os servidores de vários municípios do país enfrentam problemas como a ausência de serviços públicos básicos e atrasos de salários. Em alguns estados, o Ministério Público foi à Justiça para garantir que prefeituras mantenham pagamentos em dia, repassem as contas em ordem aos prefeitos eleitos e mantenham serviços essenciais à população. Mesmo assim, muitas cidades pelo país enfrentam situação de abandono, com lixo na rua, falta de atendimento médico e serviços paralisados.

O descaso com que prefeitos não reeleitos ou que não conseguiram eleger seus indicados tratam os municípios não é “privilégio” de cidades pequenas onde as relações políticas costumam ser mais paroquiais. Em capitais, como Recife, Manaus e Teresina, e em regiões metropolitanas, como Grande Rio e Grande São Paulo, a limpeza pública deixou de funcionar, e diversos lugares estão abandonados e ocupados por mendigos.

Na capital pernambucana, onde o petista João da Costa foi impedido pelo PT de disputar a reeleição, o descaso é visível. Há lixo acumulado em praças, calçadas e até em paradas de ônibus, e ruas esburacadas. A imagem de abandono não se restringe a bairros populares e afastados, e está presente em áreas centrais de Recife e mesmo naquelas consideradas nobres, como Boa Viagem, Casa Forte e Apipucos.

Costa negou que as ruas estejam sem coleta de lixo, mas reconheceu problemas na manutenção da cidade, que atribuiu à queda de arrecadação em 2012 e ao esforço da prefeitura para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e para entregar a máquina com as finanças saneadas ao sucessor, Geraldo Júlio de Mello (PSB).

— Em 2012, tivemos uma queda de R$ 86 milhões na arrecadação de FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), e fomos obrigados a desenvolver um esforço maior para fecharmos as contas. Por esse motivo, realmente houve prejuízo na manutenção da cidade — afirmou.

Em Natal, lixo pelas ruas

Em Natal, a coleta de lixo parou no dia 24 de dezembro porque a prefeitura deixou de pagar as quatro empresas que realizam o serviço. Em dezembro, deveriam ser pagos R$ 5,8 milhões, mas apenas R$ 250 mil foram transferidos à Urbana, empresa responsável pelo serviço. O presidente da Urbana, João Bastos, chegou a pedir o bloqueio de R$ 5 milhões da conta da prefeitura para honrar a dívida. Na manhã desta sexta-feira, a prefeitura conseguiu repassar mais verba, atingindo R$ 4,3 milhões.

— Deu uma aliviada grande, fôlego para retomar o serviço. Vamos trabalhar para chegar ao réveillon com a cidade limpa — disse Bastos.

A prefeita Micarla de Sousa (PV) havia sido afastada do cargo pela Justiça em outubro passado, por suspeita de fraude em licitações. Um mês antes, o índice de reprovação da gestão de Micarla, segundo pesquisa Ibope, alcançava 95%. Desde a saída dela, a prefeitura passou pelas mãos do vice-prefeito Paulinho Freire (PP), que renunciou para ser diplomado vereador, e do vice-presidente da Câmara, Ney Lopes Jr. (DEM), que não encontrou dinheiro em caixa para honrar a dívida. Edivan Martins (PV) abriu mão de assumir o cargo e renunciou à presidência da Câmara.

Às vésperas do encerramento de sua curta gestão, Lopes Jr. ainda tentava também pagar parte dos servidores públicos. Do total da folha de pagamentos, incluído o 13º salário, faltavam 12%. O prefeito eleito, Carlos Eduardo Alves (PDT), toma posse na próxima terça-feira com a tarefa de recuperar o caixa da prefeitura e garantir a oferta de serviços básicos.

Em Manaus, a coleta de lixo também falhou depois do Natal. A prefeitura, que passará de Amazonino Mendes (PDT) para Artur Virgílio (PSDB), alega que o problema foi o aumento na geração de resíduos no período de festas.

Na Região Metropolitana do Rio, os municípios de Duque de Caxias, Belford Roxo e Mesquita enfrentam problemas de falta de coleta de lixo. Os moradores passaram o Natal com lixo nas ruas. Em nota, a prefeitura de Mesquita disse ser “notório para a população que nos últimos 30 dias a coleta de lixo domiciliar e de entulho vem ocorrendo de forma irregular. A empresa Locanty, contratada há oito anos para executar esse serviço, está passando por dificuldades por conta de problemas ocorridos em outros municípios. A prefeitura de Mesquita está rigorosamente em dia com a empresa, e temos cobrado que o município não seja prejudicado”.

Problemas também em São Paulo

Na Grande São Paulo, moradores de Jundiaí, Ferraz de Vasconcelos e Várzea Paulista têm convivido com lixo. Em Ferraz de Vasconcelos, município com 186 mil habitantes, até 2011, a prefeitura depositava o lixo num aterro sanitário de Itaquaquecetuba, município vizinho. Com o fechamento do aterro, abarrotado, a cidade teve que passar a levar o lixo para um aterro na Rodovia Fernão Dias, a 150km de distância. Em seu último ano de gestão, o prefeito Jorge Abissamra (PSB) manteve apenas oito caminhões na coleta. O serviço, realizado pela própria prefeitura, piorou.

— Caminhão de lixo tem vida útil pequena, quebra muito. É complicado. Somos o segundo município mais pobre de São Paulo — lamenta Jorge Campos, secretário de Comunicação de Abissamra.

Apesar de o lixo continuar amontoado pelas ruas, Campos afirmou que Abissamra e o prefeito eleito entraram num acordo: três caminhões de lixo foram alugados para substituir os que quebraram este mês e foi contratada uma empresa para fazer a coleta a partir do dia 1º de janeiro. Mesmo assim, o novo prefeito terá de buscar novas soluções para o problema. O transbordo do lixo dos caminhões de coleta para carretas destinadas a fazer o transporte até o aterro está sendo feito numa área que não recebeu ainda aprovação da Cetesb, a companhia de saneamento ambiental de São Paulo.

Em Várzea Paulista, na região de Jundiaí, os coletores de lixo cruzaram os braços por não terem recebido o 13º salário. Irritados, moradores fizeram uma pilha de lixo diante da sede da prefeitura, comandada por Eduardo Pereira (PT). Na empresa contratada para fazer o serviço, a Gomes Lourenço, a informação foi a de que o setor administrativo estava em férias coletivas e não havia quem explicasse o problema. A prefeitura de Várzea Paulista informou em nota que o serviço, paralisado na sexta-feira, foi retomado na noite de quarta-feira. (Colaborou Cíntia Cruz)

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Grupo liderado por vidente estoca alimentos para 'fim do mundo' (Postado por Lucas Pinheiro)

 Livros, água, alimentos, remédios e roupas de frio fazem parte de uma lista de itens de sobrevivência de um grupo em Porto Velho. Lideradas pela vidente Eunice Coelho, as pessoas já têm diversos produtos estocados em um abrigo secreto, localizado na área rural da cidade, numa preparação para o dia 21 de dezembro -- quando, segundo uma teoria controversa baseada no calendário maia, aconteceria o "fim do mundo".

“Não tenho como prever o dia certo porque as entidades espirituais trabalham com datas aproximadas", diz Eunice.  "Eles foram claros ao dizer que devíamos nos preparar para coisas ruins”, afirma.

O historiador e professor da Faculdade Porto Velho Aleks Palitot explica que o misticismo em torno do fim do mundo é, na verdade um erro de interpretação do calendário maia.

Segundo o historiador, os maias seguem um calendário cíclico, de 52 anos e, de acordo com a cultura, quando um ciclo se cumpre, provoca várias tranformações. "Essas tranformações são no apecto econômico, religioso, social, e até nos conflitos bélicos ao qual os maias estavam envolvidos, obrigando toda uma sociedade a sair do conformismo e mudar", diz Palitot.

Eunice e seu marido, o aposentado João Carlos Bespalhok, de 79 anos, são líderes do grupo Núcleo da Divina Luz Irradiante sem Limite e dizem viver experiências com "seres astrais numa forma de espiritismo invertido". Para a vidente, um alinhamento no centro da galáxia, onde estará a Terra, pode provocar eventos surpreendentes, como a mudança da correnteza dos rios e até influenciar o tempo cronometrado pelo relógio.

Bespalhok, de 79 anos,  acredita que vai acontecer uma mudança de ciclo na Terra. “As mudanças de ciclos provocam extinções de espécies. Estou me preparando para algo como o fim do mundo porque acredito nas visões da Eunice. Ela é vidente desde criança e eu acredito no que ela diz”, afirma.

Mas ele diz não se preocupar, porque esse tipo de mudança, acredita, já aconteceu outras vezes na humanidade, que permanece viva e evoluindo. “Eu sigo o que ela diz. Mas estou sentindo as coisas”, diz.

 Bespalhok diz ter medo dos fenômenos que antecederão o suposto "fim do mundo", como inundações. Por isso,  o casal está preparando mochilas de sobrevivência contendo água, remédios, pá desmontável entre outros itens. "Temos medo de não conseguir chegar a tempo ao abrigo e os itens da mochila podem nos manter por dois meses", afirma Eunice.

Segundo o casal, todas as pessoas do grupo, cerca de 20 pessoas, foram avisadas por Eunice do "comunicado emitido pelos astros" e algumas ajudam na preparação e estocagem de alimentos. Entre os produtos estocados estão cerca de 1,7 mil livros “para preservar o conhecimento e a cultura”.

“Somos casados há 17 anos e vivemos cada dia nos preparando para o pior. Mas, esperamos que o melhor aconteça. Se o mundo vai acabar eu não sei. Sei que estou preparada para isso”, diz Eunice.

domingo, 2 de dezembro de 2012


Total de municípios de classe média dobra em 10 anos

Estado de São Paulo tem as 14 cidades com maior índice de desenvolvimento municipal

Agência Estado |
Agência Estado
AE/RICARDO LISBOA
Vista aérea da avenida Paulista: São Paulo é a 32ª colocada
Mais um indicador apontou que o Brasil caminha para se tornar um país de classe média. Segundo o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), o número de municípios com desenvolvimento socioeconômico "moderado" dobrou de 2000 a 2010. Porém, os avanços ainda são concentrados: a Região Norte apresenta indicadores ruins e o Nordeste ainda precisa levar a prosperidade ao interior.
São Paulo se aproxima de um nível considerado alto - as 14 cidades com maior IFDM são paulistas, com Indaiatuba no primeiro lugar. Todas são do interior, onde está concentrada a riqueza do Estado. A capital fica em 29.º lugar no ranking estadual e em 32.º no nacional. Ainda assim, é a segunda melhor no IFDM 2010, atrás apenas de Curitiba (PR).
Calculado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o IFDM classifica o desenvolvimento socioeconômico dos municípios numa escala de 0 a 1. Na última década, o número de municípios com nível "moderado" (entre 0,6 e 0,8) passou de 1.655 (30,1% dos 5.565 municípios do País) para 3.391 (61%). A parcela de municípios com índice considerado "baixo" (abaixo de 0,4) passou de 18,2%, em 2000, para 0,3%, em 2010.
O crescimento do emprego e da renda puxou a evolução da média nacional na década, mas o avanço nos indicadores de educação e saúde foi o principal responsável por disseminar o desenvolvimento. "O mercado de trabalho formal é muito concentrado, mesmo em São Paulo", diz o gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.
Apesar da concentração do emprego formal em poucas cidades, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, chama a atenção para o ritmo de crescimento. Segundo ele, a geração de vagas segue maior fora dos grandes centros, embora eles ainda concentrem os empregos. Para a classe média continuar crescendo, são necessários "políticas públicas, ações privadas e tempo", diz Neri. Segundo ele, uma década é pouco para superar as desigualdades do País.
A média brasileira do IFDM foi de 0,7899 em 2010, avanço de 3,9% ante o IFDM de 2009, refletindo a recuperação econômica de 2010 - a economia cresceu 7,5% após a leve recessão de 2009. De 2000 a 2010, o avanço na média nacional foi de 32,7%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 4 de novembro de 2012

A coluna Panorama Político (4) do jornal O Globo (Ilimar Franco)

4.11.20127h00m

As dívidas e o ICMS
Para evitar que os juros voltem a subir, o Planalto está disposto a ceder e mudar o indexador das dívidas dos estados com a União de IGP-DI para Selic, desde que os governadores reduzam o ICMS sobre as contas de luz e de telefone para aliviar a inflação. A média é de 32%. O governo quer que caia para 25%. Para mudar o indexador, quer também ICMS na origem, de 4%.
Dilma e os prefeitos
A presidente Dilma irá apresentar no fim do mês proposta de ajuda financeira a todos os prefeitos, como forma de compensar as perdas que tiveram por causa da crise financeira e, principalmente, pelas desonerações promovidas pelo governo para incentivar o consumo, caso da redução do IPI sobre carros, linha branca e móveis. Duas ideias estão sendo discutidas nos ministérios a pedido de Dilma: a renegociação das dívidas das prefeituras com o INSS, reduzindo juros, multas e mantendo vantagens dadas em parcelamentos anteriores, e o aumento do limite de endividamento, como o Ministério da Fazenda fez recentemente com os estados.
“É realmente lamentável. Uma investigação que para pela metade, que fica sem resultado, frustra a sociedade"
Raymundo Damasceno
Cardeal e presidente da CNBB
Chega de problemas
O ex-presidente Lula não quer que os problemas políticos enfrentados pelo PT com o PSB nestas eleições se repitam daqui a dois anos. Mais do que isso, Lula está pedindo cautela aos petistas porque não quer saber de tensões com o PMDB.

Já era
Os senadores Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Pedro Taques (PDT-MT) passaram por cima de pedido do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e prorrogaram o debate sobre a reforma do Código Penal. Sarney queria fechar o mandato com chave de ouro, aprovando o texto em dezembro, mas as mudanças ficarão para 2013.
Serra vive
Interlocutores do tucano José Serra passaram a alertar ao partido que ele está vivo politicamente, apesar de sair recém derrotado das urnas. Acham que Serra não deve ser menosprezado pelo grupo do senador Aécio Neves (MG).
Royalties, briga eterna
Os líderes governistas informaram ao Planalto que não há votos suficientes na Câmara para aprovar a proposta que pretende manter como receita do Rio e do Espírito Santo os 28% da área do pré-sal que já foram licitados. Os demais estados querem receber dinheiro imediatamente e parte dos blocos que o governo licitou vai gerar receita no próximo ano.
O Iraque é aqui
Petistas que articulam garantia do acordo com o PMDB para eleger o deputado Henrique Alves (PMDB-RN) presidente da Câmara relatam que não está fácil: “A eleição está tão tranquila como um fim de tarde no Iraque”, comentou um deles.
Sem sorte
O PR marcou para terça-feira jantar da bancada em apoio oficial à candidatura de Henrique Alves à presidência da Câmara, mas cancelou por causa da reunião que a presidente Dilma fará à noite com PT e PMDB no Palácio da Alvorada.
O Conselho de Comunicação Social do Congresso discute nesta segunda-feira a proibição de biografias não autorizadas de personalidades.

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Quem sou eu

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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.