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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Universidades de Mogi das Cruzes têm nota satisfatória
domingo, 13 de novembro de 2011
Favelas da Rocinha e Vidigal são ocupadas pelas forças de paz
Nenhum tiro foi disparado, mas blindados tiveram que contornar armadilhas deixadas por traficantes
GLOBO RIO
ANTÔNIO WERNECK
VERA ARAÚJO
DUILO VICTOR
Publicado:
13/11/11 - 7h01
Atualizado:
13/11/11 - 7h45
- As favelas da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu foram ocupadas pelas forças de paz no início da manhã deste domingo. A operação começou por volta das 4h10m deste domingo, quando os veículos blindados da Marinha entraram nas comunidades. Segundo a secretaria de Segurança do Rio, cerca de três mil homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Choque (BPChoque) e policiais civis participaram da operação, com o apoio de quatro helicópteros da PM e três aeronaves da Polícia Civil. Policiais Federal também deram apoio durante a ação.
Nenhum tiro foi disparado. Retroescavadeiras da Prefeitura foram ao local para retirar possíveis barricadas que pudessem prejudicar a entrada dos militares na comunidade, e um blindado do BPChoque teve que retornar ao pé do morro do Vidigal por causa da grande quantidade de óleo que foi derramada pelos traficantes na localidade conhecida como Largo do Santinho, na parte alta da favela. Apenas os blindados da Marinha conseguiram prosseguir.Por volta das 2h30m, um homem que seria foragido do presídio de Bangu 8 foi preso tentando sair da favela. De acordo com informações da Rádio CBN, ele estaria com amigos e disse que estava passando mal. Levado pelos policiais ao hospital de campanha dos bombeiros, ele foi detido.
O morador Domingos Silva, há oito anos na Rocinha, teve que se atrasar em uma hora para ir ao trabalho para a esperar a ocupação da Favela da Rocinha. Segundo ele, o trabalho dele começa às 5h como porteiro de uma escola na Rua Faro, no Jardim Botânico:
- Perguntei se eles queriam revistar a minha casa. Eles foram educados, olharam e ainda agradeceram a minha atitude. Deu tudo certo, que continue assim.
Desde as 22h de sábado, toda a região deixou de ser comandada pelo 23º BPM e passou a ser controlada pela a corregedoria da Polícia Militar. A Rocinha, o Vidigal e a Chácara do Céu foram cercados desde o início da madrugada por policiais militares e civis. Às 2h30m, as principais vias de acesso às favelas foram interditadas, e o comércio, que costuma ficar aberto durante toda a madrugada, fechou.
As principais ruas de São Conrado, na Zona Sul do Rio, foram fechadas a partir da madrugada para a ocupação. Efetivos da Guarda Municipal foram mobilizados para auxiliar no controle de trânsito na região da Rocinha e do Vidigal. As principais saídas da cidade também foram bloqueadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para impedir a eventual fuga de traficantes.
sábado, 12 de novembro de 2011
Reforço policial
chega à Rocinha
e ruas são fechadas
Foram montados bloqueios em cinco vias da Zona Sul do Rio.
Só veículos da Operação Choque de Paz vão poder circular pelo local.
Os oito pontos de bloqueio vão ser na Avenida Prefeito Mendes de Moraes, na junção com Avenida Niemeyer, no sentido Vidigal; na Rua Visconde de Albuquerque, no acesso à Avenida Niemeyer, no sentido Vidigal; na Avenida Padre Leonel Franca, sentido Barra da Tijuca, no acesso ao Planetário da Gávea; na Estrada das Canoas, com o fechamento do acesso vindo do Alto da Boa Vista; na Rua Marquês de São Vicente, na esquina com Rua Cedro; na Avenida Ministro Ivan Lins, no acesso ao Elevado do Joá; na Barrinha, no acesso à Estrada do Joá; na Autoestrada Lagoa-Barra, no primeiro retorno após o Mercado Zona Sul, sentido Leblon.
saiba mais
A PM informou que nem mesmo moradores das ruas e avenidas interditadas para a operação Choque de Paz, que vai ocupar a Favela da Rocinha no domingo (13), vão poder passar pelos bloqueios, a partir de 2h30 deste domingo. A informação foi dada pelo coronel Frederico Caldas, relações-públicas da corporação. A operação vai ocupar a Favela da Rocinha para a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).
A polícia tem como meta retomar o controle da área para implantar a 19ª UPP do Rio. A operação contará com apoio de blindados da Marinha e militares.
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
FHC: falta a Aécio ‘comportamento’ de presidenciável
Wellington Pedro/Divulgação
Em seus diálogos privados, Fernando Henrique Cardoso tem dedicado a Aécio Neves críticas ácidas.
Na opinião de FHC, o comportamento de Aécio é incompatível com o desejo dele de ser candidato à Presidência da República.
Presidente de honra do PSDB, FHC se queixa da “ausência” de Aécio na discussão sobre os temas mais relevantes. “Ele não dialoga com a nação”, resume.
Ao esmiuçar o raciocínio, FHC declara: não se trata de antecipar a campanha, mas de escolher um rol de assuntos e se apresentar para o debate.
FHC considera ultrapassada a estratégia de esperar que o calendário se aproxime do ano eleitoral para iniciar a exposição. É tática “velha”, eis a palavra que usou.
Insinua que, desde que se elegeu senador, no ano passado, Aécio enfurnou-se no Senado. O ideal, segundo diz, é que o presidenciável corresse o país.
Acha que Aécio deveria aproveitar a atmosfera de pré-campanha municipal para visitar os municípios com maior quantidade de eleitores.
Sintomaticamente, Aécio prepara um ciclo de viagens para o início de dezembro. Deve passar por Pernambuco no dia 8, pela Bahia no dia 9 e pelo Espírito Santo no dia 10.
De resto, Aécio articula com o aliado Sérgio Guerra, presidente do PSDB, uma agenda de viagens aos municípios onde o partido dispõe de candidatos bem postos.
Na opinião de FHC, deve-se sobretudo ao vazio proporcionado pela inação de Aécio a sobrevida da candidatura presidencial de José Serra.
FHC enxerga em Serra, por exemplo, credenciais para fazer incursões no debate sobre a degradação moral da política.
Costuma dizer que sempre houve corrupção na política. Mas acha que, agora, subverteu-se a ordem das coisas: há política na corrupção.
Dito de outro modo: hoje, a corrupção, por abundante, prevalece sobre a política, ofuscando-a. “O Serra é duro o bastante para romper com isso”, acredita.
O que se esconde sob os comentários de FHC é, em essencia, uma ponta de decepção com Aécio.
Nas pegadas da derrota de Serra para Dilma Rousseff, na eleição presidencial do ano passado, FHC dissera que a fila do PSDB andara. Seria a vez de Aécio.
Daí o desapontamento. Na avaliação de FHC, Aécio desperdiça sua hora.
Escrito por Josias de Souza às 04h51
domingo, 6 de novembro de 2011
6 de Novembro: Dia da Fundação de Poços de Caldas (MG)
A história de Poços de Caldas tem seu início na descoberta das suas fontes e nascentes de água a 45 graus centígrados na área que passou a ser conhecida como Campos de Caldas, no final do século XVIII, por Bandeirantes que vinham em busca de ouro e pedras preciosas.
Como não fossem ali encontrados ouro nem pedras preciosas, tal parte do território ficou desabitada até a época da decadência da mineração de ouro, atividade que foi sendo substituída pela agropastoril. No começo do século XIX, a fama das virtudes terapêuticas das caldas foi superando o medo provocado pelas crendices.
A fama do poder curativo das águas se espalhou rapidamente, fazendo com que um grande número de pessoas, na maioria doentes, enfrentassem diversas dificuldades para chegar às fontes devido a inexistência de um povoado e as dificuldades de acesso ao local.
Desde o início do século XIX, o local das águas e região adjacente estava sob administração de Caldas (nome que vem do latim "calidu" que significa "águas quentes").
A fama das águas continuava crescendo, mas nada ainda havia sido feito para receber os visitantes.
Para usufruir dos banhos sulfurosos, um dos freqüentadores das fontes foi o fazendeiro José Bernardes da Costa Junqueira que, encontrando excelentes pastagens, acabou por requerer do Governo Imperial uma sesmaria, a qual foi dividida entre os seus quatro filhos.
Em 1826, foi elaborada uma primeira planta do local, indicando nascentes de fontes, ranchos erguidos para enfermos, cemitério e área para construção de um hospital e de algumas casas.
Pouco depois, Joaquim Bernardes da Costa Junqueira um dos filhos de José Bernardes da Costa Junqueira, adquiriu dos outros irmãos toda a propriedade e fundou a Fazenda do Barreiro, dedicando-se à criação de gado e dando início a um povoado que seria o núcleo da futura cidade de Poços de Caldas (barreiro era a designação dada, em Minas Gerais, para fontes perenes de águas minerais). Enquanto isso, o número de visitantes aos poços de águas termais aumentava.
Em 6 de Novembro do ano de 1872, a Família Junqueira doa uma área de 96 hectares de suas terras para o estado, depois que o Senador Dr. Joaquim Floriano de Godoy, interessado pelas águas, manda desapropriar os lotes ao redor das fontes, indenizando os proprietários. Estava assim inicializado o nascimento de Poços de Caldas.
Em 1889, a cidade foi desmembrada do distrito de Caldas e elevada à categoria de vila e município.
Origem do nome: Segundo Pedro Sanches Lemos, a explicação para a origem do nome de Poços de Caldas está no fato que as fontes termais, originalmente, eram barreiros ou bebedouros onde animais silvestres saciavam sua sede. E os bandeirantes usavam estes mesmos barreiros, que chamavam de poços, para dar água a seus animais e pela qualidade dela fizeram uma analogia com Caldas de Portugal.
Ao longo do tempo a cidade teve vários nomes até chegar a Poços de Caldas: Nossa Senhora da Saúde das Águas de Caldas, Nossa Senhora da Saúde de Caldas, Nossa Senhora da Saúde de Poços de Caldas e Águas Virtuosas de Caldas.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Supremo Tribunal Federal decidiu que dirigir bêbado, mesmo sem causar acidente, já é um crime
A 2ª Turma do STF rejeitou um habeas corpus em favor de um motorista de Araxá (MG) denunciado por dirigir embriagado. Sua defesa argumentou que o crime de embriaguez ao volante só passou a ser previsto de forma mais rígida em 2008, depois que a lei seca reformou o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro. Antes, só havia crime se o bêbado causasse algum dano ou agisse de forma imprudente, e muitos juízes continuam a ter esse entendimento: Para o relator no STF, Ricardo Lewandowski, é irrelevante se houve ou não dano ou imprudência. (Págs. 1 e Cidades C1)
Ricardo Lewandowski
Ministro do STF
“É como o porte de armas. Não é preciso que alguém pratique um ilícito com emprego da arma" (Estado de São Paulo - Pág. 1)
Ricardo Lewandowski
Ministro do STF
“É como o porte de armas. Não é preciso que alguém pratique um ilícito com emprego da arma" (Estado de São Paulo - Pág. 1)
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Quem sou eu
- Blog do Paim
- Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.




